Biológicas & Saúde https://www.perspectivasonline.com.br/biologicas_e_saude <p style="text-align: left;"><strong>Prefixo do DOI:</strong> 10.25242.<br /><strong>ISSN:</strong> 2236-8868.<br /><strong>Frequência:</strong> 2 edições por ano.<br /><strong>Análise da citação:</strong> Google Scholar.<br /><strong>Período de processamento:</strong> 30 dias.<strong><br />h-index: </strong>8.<strong><br />g-index: </strong>11.<br /><strong>Fator de impacto (CiteFactor): </strong>1,85.</p> pt-BR <p>Os artigos submetidos a Revista Perspectivas Online: Biológicas &amp; saúde serão disponibilizados de forma gratuita na Internet, para que os usuários possam ler, fazer download, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou referenciar o texto integral dos documentos, processá-los para indexação, utilizá-los como dados de entrada de programas para softwares, ou usá-los para qualquer outro propósito legal, sem barreira financeira, legal ou técnica.</p><p>1) Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p><p>2) Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p><p><span>3) Autores têm permissão para publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) após o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.</span></p> perspectivasonline@isecensa.edu.br (Anderson Pontes Morales) layla.staff@isecensa.edu.br (Layla Fernanda Pereira de Oliveira Souza) Fri, 31 Jul 2026 19:47:43 +0000 OJS 3.2.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 AVALIAÇÃO DA AUTOESTIMA E IMAGEM CORPORAL E SUA CORRELAÇÃO COM IDADE E ÍNDICE DE MASSA CORPORAL EM MULHERES SAUDÁVEIS https://www.perspectivasonline.com.br/biologicas_e_saude/article/view/3070 <p>A preocupação com o corpo e aparência são atualmente moldados por padrões impostos, não necessariamente correspondendo ao ideal ou saudável. A procura do corpo ideal pode estar desacompanhada da devida atenção à saúde mental. A satisfação corporal e a autoestima são alterações mensuráveis que podem refletir o comportamento das mulheres. Comparar a autoestima e a satisfação corporal em mulheres saudáveis com diferentes faixas etárias e índice de massa corporal, bem como correlacionar essas variáveis. Estudo observacional analítico transversal com mulheres saudáveis, com idade entre 20 e 50 anos, recrutadas por conveniência<strong>. </strong>As mulheres foram avaliadas através da autoestima (escala de Rosenberg), autoimagem corporal (Body Shape Questionnaire - BSQ) e os procedimentos estéticos cirúrgicos e não cirúrgicos já realizados, que foram complicados</p> <p>em um questionário no Google Forms e enviado pelo WhatsApp. O BSQ e o escore de Rosenberg foram comparados de acordo com a faixa etária e estratificados de acordo com o índice de massa corporal. Resultados: Foram avaliadas 53 mulheres entre 20 e 50 anos. Não houve diferença na autoestima entre as faixas etárias avaliadas ou quando estratificadas de acordo com o IMC. Com relação à imagem corporal, as mulheres com sobrepeso tiveram score BSQ superior ao peso normal e uma tendência de diferença entre a obesidade e o peso normal. Não houve diferença na imagem corporal entre as faixas etárias. Além disso, foi observada correlação fraca entre a imagem corporal e o IMC (r<sup>2</sup>=0,376; p=0.006). A autoestima e imagem corporal não se correlacionaram, bem como a autoestima não teve relação com o índice de massa corporal ou com a idade. No entanto, indivíduos com sobrepeso apresentaram resultados inferiores ao peso normal, bem como uma tendência na obesidade, com relação à imagem corporal.</p> Luciano Matos Chicayban, Patricia Barbirato Chicayban Copyright (c) 2026 Luciano Matos Chicayban, Patricia Barbirato Chicayban http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://www.perspectivasonline.com.br/biologicas_e_saude/article/view/3070 Fri, 31 Jul 2026 00:00:00 +0000 INFLUÊNCIA DO USO DOS ANTICONCEPCIONAIS HORMONAIS NA SAÚDE DA MULHER ADULTA https://www.perspectivasonline.com.br/biologicas_e_saude/article/view/3072 <p>O uso de anticoncepcionais hormonais é destacado por seus benefícios e impactos na saúde feminina. Formulados com estrogênio e progestagênio estão disponíveis em várias formas de administração, visando inibir a ovulação e alterar as condições uterinas, dificultando a fertilização. Embora sejam altamente eficazes, podem apresentar efeitos colaterais e riscos à saúde, como doenças cardiovasculares, trombose venosa profunda e câncer de mama, especialmente em casos de uso prolongado e associados a fatores de risco. A falta de orientação adequada e o uso sem supervisão podem aumentar esses riscos. Diante desse cenário, o trabalho tem como objetivo compreender a partir da ótica feminina, a relação do consumo dos anticoncepcionais hormonais e seus efeitos sobre a saúde na população atendida no município de Quissamã-RJ. O estudo exploratório-descritivo, de caráter&nbsp;&nbsp;&nbsp; qualitativo, foi realizado no PSF do Centro</p> <p>e composto por mulheres usuárias de contraceptivos hormonais. As entrevistas foram gravadas e guiadas por formulário com perguntas abertas e analisadas seus conteúdos conforme Bardin. Os resultados apontaram que 80% das participantes utilizam anticoncepcionais orais, com média de uso de 10,9 anos, sendo a indicação médica predominante (66%). Os principais benefícios relatados foram regulação do ciclo menstrual e amenorréia; os malefícios mais citados incluíram ganho de peso, enxaqueca e redução da libido. Apenas 47% demonstraram autoconhecimento corporal e 40% relataram automedicação. Conclui-se que há fragilidades na orientação profissional, evidenciando a necessidade de estratégias educativas, diversificação de métodos e acompanhamento multiprofissional para decisões contraceptivas mais seguras e consciente.</p> <p><br><br></p> Roberta Lastorina Rios Copyright (c) 2026 Roberta Lastorina Rios http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://www.perspectivasonline.com.br/biologicas_e_saude/article/view/3072 Fri, 31 Jul 2026 00:00:00 +0000 ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO EM SITUAÇÕES DE GESTAÇÃO DE ALTO RISCO https://www.perspectivasonline.com.br/biologicas_e_saude/article/view/3071 <p>O ciclo da gravidez é uma fase natural no corpo feminino, marcada por sintomas comuns como náuseas e fadiga. O acompanhamento pré-natal é essencial para monitorar a saúde da mãe e do feto, especialmente em casos de gravidez de alto risco, que podem resultar em complicações maiores. Profissionais de enfermagem desempenham um papel fundamental nesse processo, oferecendo cuidados e orientações visando promover a saúde materna e fetal, embora enfrentem desafios devido à falta de conhecimento e protocolos específicos. A pesquisa visou a identificação do conhecimento dos enfermeiros sobre a sua atuação no pré-natal de alto risco e sua inserção na prática assistencial a tal grupo. O estudo envolveu uma pesquisa exploratória e descritiva, de caráter qualitativo, realizado em hospitais referência de âmbito privado e filantrópico/público, situados em Campos dos Goytacazes - RJ, com amostra dos enfermeiros presentes nesse setor. A coleta de dados foi por meio de entrevistas gravadas e guiadas por um formulário com perguntas abertas e fechadas, e subsequentemente analisados com base na metodologia de Bardin. Os resultados esperados desta pesquisa foram levar a informação, entendimento de protocolos, e enaltecer a importância que o enfermeiro tem na identificação precoce e na assistência humanizada à gestante. Enfermeiros são fundamentais no pré-natal de alto risco, promovendo cuidado humanizado, prevenção , identificação precoce e atualização constante, porém enfrentam desafios estruturais, éticos e preconceitos na assistência, podendo afetar sua qualidade. Concluiu-se que os enfermeiros obstetras enfrentam desvalorização, exclusão e falta de apoio, apesar da competência e respaldo legal.</p> <p><br><br></p> Roberta Lastorina Rios Copyright (c) 2026 Roberta Lastorina Rios http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://www.perspectivasonline.com.br/biologicas_e_saude/article/view/3071 Fri, 31 Jul 2026 00:00:00 +0000