https://www.perspectivasonline.com.br/humanas_sociais_e_aplicadas/issue/feedHumanas Sociais & Aplicadas2026-08-10T19:19:24+00:00Carolina Magalhães dos Santosperspectivasonline@isecensa.edu.brOpen Journal Systems<p style="text-align: left;"><strong>Prefixo do DOI:</strong> 10.25242.<br><strong>ISSN:</strong> 2236-8876.<br><strong>Frequência:</strong> 4 edições por ano.<br><strong>Análise da citação:</strong> Google Scholar.<br><strong>Período de processamento:</strong> 30 dias.<br><strong>Fator de impacto (CiteFactor): </strong>1,3.</p>https://www.perspectivasonline.com.br/humanas_sociais_e_aplicadas/article/view/3066Contribuições da Cidade como um Espaço Educador2025-10-02T21:13:10+00:00Laís Rocha Macielmacielrochalais@gmail.com<p>Os moradores de uma cidade são responsáveis pelo seu processo contínuo de criação, onde cada ação individual impacta de forma coletiva na sociedade. Nesse contexto, se faz importante despertar um olhar crítico nos cidadãos sobre seus direitos e deveres individuais e coletivos na cidade, buscando resgatar a participação ativa da população nos debates e decisões políticas da urbe, e uma das formas de trabalhar este tema é articulá-lo ao processo de aprendizagem escolar. Verifica-se a potencialidade da ação do Arquiteto e Urbanista em facilitar o caminho que conecta crianças ao acesso às informações essenciais para criarem e recriarem o seu próprio território, passando de meros espectadores para atores da sua própria cidade. Assim, o artigo apresenta o objetivo de discutir sobre as contribuições da urbe como espaço relevante e complementar à educação escolar para a formação de indivíduos críticos, a partir de pesquisa bibliográfica. Também são apresentadas duas experiências pedagógicas sobre a cidade voltadas ao público infantil. A partir das discussões levantadas, as crianças são identificadas como importantes atores da construção de um futuro melhor para as cidades, enfatizando o potencial das práticas pedagógicas sobre a cidade nesse processo, trabalhadas numa perspectiva de uma educação inclusiva. As propostas didáticas relatadas relacionam-se com o embasamento teórico apresentado, evidenciando a potencialidade da utilização de métodos lúdicos para se trabalhar esta temática nas escolas. Espera-se, assim, que o trabalho contribua para endossar mais discussões na área, sensibilizando outros autores a contribuir com seus estudos dentro desta temática.</p>2026-08-10T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Laís Rocha Macielhttps://www.perspectivasonline.com.br/humanas_sociais_e_aplicadas/article/view/3051As contribuições da avaliação neuropsicológica no diagnóstico precoce da doença de Alzheimer2025-08-21T00:31:25+00:00Maria Clara Ribeiro Mirandamariamiranda@isecensa.edu.brSananda Melo Lopes Almeida Soaressanandasoares@isecensa.edu.brPaula Márcia Seabra de Sousapaulasousa@isecensa.edu.br<p>A Doença de Alzheimer é uma doença degenerativa, progressiva e que comumente ocorre em idade acima de sessenta anos, contudo, pode surgir em pessoas mais jovens, em que os primeiros sinais normalmente são perda de memória recente, alterações de humor, comportamento, linguagem, julgamento, planejamento, raciocínio, percepção visual e espacial. A doença, dentre algumas formas, pode ser diagnosticada através da Avaliação Neuropsicológica que tem o objetivo de descrever o atual funcionamento do indivíduo, dando enfoque nas suas potencialidades e dificuldades, sua capacidade de autonomia, possibilidades de adaptação nas diversas áreas da sua vida com intuito de minimizar sofrimentos. É usada também como ferramenta para identificação de déficits cognitivos e diagnóstico demencial precoce. Este artigo teve como objetivo investigar as contribuições da Avaliação Neuropsicológica no diagnóstico precoce da Doença de Alzheimer, em que através da pesquisa de caráter qualitativo de estudo de caso do filme “Para sempre Alice” observou-se que a Avaliação Neuropsicológica desempenha papel fundamental na identificação precoce de déficits cognitivos associados ao Alzheimer. Entende-se que intervenções precoces, baseadas em diagnósticos realizados mediante Avaliações Neuropsicológicas, podem melhorar significativamente a qualidade de vida. Identificar a doença em seus estágios iniciais possibilita o planejamento de estratégias terapêuticas e de suporte que retardam a progressão dos sintomas. Embora seja um filme, aborda situações reais e que muitos vivem cotidianamente, sendo essencial promover qualidade de vida - já que a Doença de Alzheimer até então não possui cura - o que pode acontecer através de um diagnóstico precoce, através da Avaliação Neuropsicológica, prognóstico e acompanhamento multiprofissional.</p>2026-08-10T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Maria Clara Ribeiro Miranda, Sananda Melo Lopes Almeida Soares, Paula Márcia Seabra de Sousahttps://www.perspectivasonline.com.br/humanas_sociais_e_aplicadas/article/view/3054O líder comunitário na perspectiva da psicologia social e comunitária2024-12-12T17:49:05+00:00Otávio Otal otaviootal@isecensa.edu.brPaula Márcia Seabra de Sousaresumosimples@isecensa.edu.brÉrica Henrique Ribeiro-Andraderesumosimples@isecensa.edu.br<p>O objetivo geral dessa pesquisa era refletir sobre o impacto da psicologia social no fortalecimento de um líder comunitário. Como objetivos específicos esse estudo intencionava levantar informações sobre a realidade da liderança comunitária em uma das comunidades de alta vulnerabilidade da cidade de Campos dos Goytacazes. Intencionava também aproximar-se da liderança local para compreender aspectos ligados a rotina de sua atuação na comunidade e por fim visava avaliar de que maneiras o apoio de um profissional da psicologia social e comunitária, poderia aperfeiçoar a capacidade de atuação deste líder comunitário. Tratou-se de uma pesquisa qualitativa de caráter descritivo. O levantamento de dados envolveu técnicas da pesquisa bibliográfica e da pesquisa de campo, realizando assim uma entrevista semidirigida e utilizando o método de observação participante. A entrevista foi realizada na residência do líder comunitário. A partir do vivenciado na pesquisa de campo, compreende-se que um dos favorecimentos da psicologia social e comunitária se presente nessa comunidade, seria um trabalho de conscientização e sensibilização tanto do líder comunitário quanto da comunidade, além de, trabalhar na capacitação desse líder. Outro favorecimento do trabalho do psicólogo seria a sua ação de mobilização da comunidade, estimulando a manifestação dos desejos dos moradores da comunidade, bem como de ações realizadas pelos próprios moradores na busca de um propósito comum. O psicólogo social e comunitário poderia contribuir, ao estimular ações coletivas, na perspectiva de que coletivamente é possível se construir novos espaços de contato, como conselhos de cidadãos, associações de moradores e grupos de ajuda mútua.</p>2026-08-10T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Otávio Otal , Paula Márcia Seabra de Sousa, Érica Ribeiro Andradehttps://www.perspectivasonline.com.br/humanas_sociais_e_aplicadas/article/view/3052Drogadição e Comunidades Quilombolas: as publicações e o campo2024-11-11T17:38:38+00:00Érica Henrique Ribeiro-Andradeericaandrade@isecensa.edu.brThiago Ferraiuoli Freitas Barboza thiago.barboza@isecensa.edu.brLohaine Miguez Martinsartigo@isecensa.edu.brMaria Fernanda Nascentes Manhãesartigo@isecensa.edu.brGiulia Dinelli Riosartigo@isecensa.edu.brEdson Ribeiro de Andradeartigo@isecensa.edu.br<p>Este estudo aborda a intersecção entre comunidades quilombolas e o fenômeno da drogadição, explorando tanto aspectos subjetivos da experiência adictiva quanto a escassez de pesquisa neste campo. A metodologia empregada consistiu em três etapas distintas: uma revisão sistemática de literatura utilizando bancos de dados como Pub Med, Scielo, Scopus, Sucupira e Google para levantar estudos quantitativos e qualitativos sobre drogadição nessas comunidades; observação participante, envolvendo conversas informais para entender modos de vida, padrões de consumo de drogas e aspectos culturais; e uma comparação entre teoria e observações de campo. Os resultados da revisão sistemática revelaram uma lacuna significativa de dados e pesquisas sobre o tema, ressaltando a resistência quilombola e estratégias de enfrentamento como fundamentais para compreender essas dinâmicas. A falta de estudos específicos sublinha a urgência de mais investigação nessa área, visando não apenas informar, mas também desenvolver políticas públicas que beneficiem essas comunidades. Os diários de campo destacaram a complexidade e a importância dos temas abordados, enfatizando a necessidade premente de políticas públicas eficazes para preservar e valorizar essa cultura. No entanto, a ausência de indicações de consumo de substâncias químicas durante o contato com a comunidade sugere a necessidade de metodologias mais focalizadas em futuras pesquisas para investigar mais profundamente essa questão específica da drogadição.<br><br></p> <p> </p>2026-08-10T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Thiago Ferraiuoli Freitas Barboza , Lohaine Miguez Martins, Maria Fernanda Nascentes Manhães, Giulia Dinelli Rios, Érica Henrique Ribeiro de Andrade, Edson Ribeiro de Andradehttps://www.perspectivasonline.com.br/humanas_sociais_e_aplicadas/article/view/3053Estudo de campo sobre saúde mental e quilombolas: Comunidade Machadinha/Quissamã-RJ2024-11-18T17:41:55+00:00Érica Henrique Ribeiro-Andrade ericaandrade@isecensa.edu.brEdson Ribeiro De Andradeartigo@isecensa.edu.brJúlia Santos Menezes artigo@isecensa.edu.brBeatriz Cardoso da Costaartigo@isecensa.edu.brBianca Pereira dos Santos Limaartigo@isecensa.edu.brNicoly Rodrigues Paesartigo@isecensa.edu.br<p>O objetivo geral desta pesquisa foi um levantamento sobre a saúde mental dentro das Comunidades Quilombola Boa Vista e Mutum, pertencentes ao complexo Machadinha, localizado no município de Quissamã, RJ. Objetivou-se uma intervenção em forma de ação de saúde que pudesse trazer contribuições à saúde mental da população. Tratou-se de um estudo qualitativo e quantitativo. Utilizou-se do método de pesquisa bibliográfica aliado ao estudo de campo, que consistiu em observação participante e uma ação de saúde que foi nomeada de Projeto Saúde Quilombola. Durante a ação de saúde aplicou-se um questionário sobre cinco diferentes constructos que compõem o conceito de Saúde Mental. Obteve-se que 43,7% da população quilombola relata não ter nenhuma possibilidade de acesso à saúde mental. Houve expressivo relato sobre uma experiência de rotina da vida afetada pelo estresse, sendo este número o de 33% dos respondentes. Sobre a autoestima, os resultados contrariaram as hipóteses iniciais dos pesquisadores. Dados importantes da tabulação realizada permitem essa inferência, dentre os quais, o fato de 83,3% dos quilombolas entrevistados relatarem um sentimento de confiança em seu projeto de futuro. Outra questão a ser destacada versa sobre a divergência entre os dados quantitativos e os qualitativos sobre o abuso de bebidas alcóolicas. A inferência é da existência de tabus que os impedem de falar mais objetivamente sobre a questão. Além disso, é possível observar que, as famílias que têm uma maior incidência de violência doméstica são aquelas que relatavam um histórico de consumo de álcool abusivo.</p>2026-08-10T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Júlia Santos Menezes , Érica Henrique Ribeiro de Andrade , Edson Ribeiro De Andrade, Beatriz Cardoso da Costa, Bianca Pereira dos Santos Lima, Nicoly Rodrigues Paeshttps://www.perspectivasonline.com.br/humanas_sociais_e_aplicadas/article/view/3055Saúde mental em Comunidades Quilombolas: um estudo comparativo2024-11-11T17:37:15+00:00Érica Henrique Ribeiro-Andrade ericaandrade@isecensa.edu.brThiago Ferraiuoliresumosimples@isecensa.edu.brEdson Ribeiro De Andraderesumosimples@isecensa.edu.br<p>A pesquisa realiza uma análise comparativa da saúde mental em comunidades quilombolas do norte fluminense. Desenvolvida pelos Institutos Superiores de Ensino do Censa (ISECENSA) na graduação de psicologia, envolvendo a Linha de Estudos sobre Drogadição (LED) e a Linha de Estudos sobre Racismo (LER), ambas do Laboratório de Estudos sobre Processos de Estigmatização (LEPE). O objetivo principal é levantar dados sobre a saúde mental em comunidades quilombolas de diferentes cidades, especificamente mapeando a comunidade quilombola do Imbé e comparando com dados de Quissamã/RJ. Utiliza-se uma metodologia quanti-quali, incluindo observação participante e levantamento bibliográfico. Após a aprovação, realizou-se uma visita ao Imbé para obter permissão dos líderes comunitários, seguida de reuniões para planejamento de ações coletivas em saúde mental e aplicação de um questionário de 18 questões abordando os temas: qualidade de vida, autoestima, abuso de substâncias, violência e depressão. As atividades incluíram palestras, apresentações culturais, e ações volantes de saúde mental nos quilombos próximos, envolvendo conversas terapêuticas, aferição de pressão arterial e glicemia. Profissionais voluntários participaram destas atividades, enquanto a ação coletiva ocorreu no Quilombo Aleluia. A tabulação e análise dos dados foram comparadas com os resultados da comunidade quilombola de Machadinha em Quissamã/RJ. Os resultados identificaram semelhanças e disparidades no uso da saúde mental entre as comunidades. A pesquisa buscou rastrear a epidemiologia da saúde mental entre quilombolas do norte fluminense, considerando a possível invisibilidade dessa questão nas políticas públicas de saúde direcionadas a essas comunidades. O projeto foi submetido ao Comitê de Ética de Pesquisas com Seres Humanos.</p>2026-08-10T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Thiago Ferraiuoli, Érica Henrique Ribeiro de Andrade , Edson Ribeiro De Andrade