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Resumo

Este estudo aborda a intersecção entre comunidades quilombolas e o fenômeno da drogadição, explorando tanto aspectos subjetivos da experiência adictiva quanto a escassez de pesquisa neste campo. A metodologia empregada consistiu em três etapas distintas: uma revisão sistemática de literatura utilizando bancos de dados como Pub Med, Scielo, Scopus, Sucupira e Google para levantar estudos quantitativos e qualitativos sobre drogadição nessas comunidades; observação participante, envolvendo conversas informais para entender modos de vida, padrões de consumo de drogas e aspectos culturais; e uma comparação entre teoria e observações de campo. Os resultados da revisão sistemática revelaram uma lacuna significativa de dados e pesquisas sobre o tema, ressaltando a resistência quilombola e estratégias de enfrentamento como fundamentais para compreender essas dinâmicas. A falta de estudos específicos sublinha a urgência de mais investigação nessa área, visando não apenas informar, mas também desenvolver políticas públicas que beneficiem essas comunidades. Os diários de campo destacaram a complexidade e a importância dos temas abordados, enfatizando a necessidade premente de políticas públicas eficazes para preservar e valorizar essa cultura. No entanto, a ausência de indicações de consumo de substâncias químicas durante o contato com a comunidade sugere a necessidade de metodologias mais focalizadas em futuras pesquisas para investigar mais profundamente essa questão específica da drogadição.


 

Palavras-chave

Quilombos Adicção Psicologia Social e comunitária

Detalhes do artigo

Como Citar
Barboza , T. F. F. ., Martins, L. M. ., Manhães, M. F. N. ., Rios, G. D. ., Andrade, Érica H. R. de ., & Andrade, E. R. de . (2026). Drogadição e Comunidades Quilombolas: as publicações e o campo. umanas ociais ∓ plicadas, 16(46). https://doi.org/10.25242/8876164620263052

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